O Japamala

A Massa & Arte Polimer Bijoux lhe apresenta, com muito amor, paz, luz e alegria no coração, a sua criação de japamalas, feitos com materiais de primeira, muita pedraria e sempre um pingente, que pode ser escolhido por você, dando um toque mais pessoal. Abaixo, convidamos-lhe a conhecer um pouco mais sobre o japamala e uma das suas formas de aplicação.

O que é e onde surgiu o ho'oponopono?

O Ho'oponopono é uma prática para resolução de problemas e conflitos, que tem suas raízes na cultura havaiana. É uma antiga tradição familiar havaiana de cura, que envolve o perdão e a reconciliação entre membros da família ou comunidade.

Acredita-se que a prática tenha sido desenvolvida pelos povos indígenas havaianos, há centenas de anos e era originalmente usada para resolver disputas entre membros da família ou da comunidade. Ho'oponopono significa “fazer as coisas certas”, “corrigir um erro”, ou “colocar em ordem perfeita”.  Na língua havaiana, a palavra é definida por: Ho'o = “causa”; ponopono = “endireitar; arrumar; alterar; revisar; ajustar; corrigir, ordenar” sendo uma técnica que visa restaurar o equilíbrio e a harmonia nas relações pessoais.

Nos anos 1970, o Dr. Ihaleakala Hew Len, um psicólogo havaiano, começou a ensinar uma nova forma de Ho'oponopono, que incorporava técnicas de cura mental e espiritual. O método se tornou amplamente conhecido a partir de então e muitas pessoas, em todo o mundo, têm usado o Ho'oponopono para resolver conflitos, alcançar a paz interior e melhorar a qualidade de vida.

Para o que serve o Ho'oponopono?

O Ho'oponopono é uma prática que tem, como objetivo, resolver conflitos e problemas em relacionamentos pessoais e profissionais, bem como ajudar a promover a cura e a paz interior. A prática envolve o perdão, a reconciliação e a responsabilidade pessoal.

Algumas das possíveis aplicações do Ho'oponopono incluem:

  • resolver conflitos em relacionamentos pessoais e profissionais, como problemas de comunicação, desentendimentos ou mágoas;
  • promover a cura física, emocional e espiritual, através da resolução de conflitos internos e liberando emoções negativas;
  • melhorar a qualidade de vida, desenvolvendo uma perspectiva mais positiva, amorosa e compassiva em relação a si mesmo e aos outros;
  • desenvolver a autoconsciência e o autodomínio, aprendendo a assumir responsabilidade pelos próprios pensamentos e ações;
  • cultivar a gratidão e a compaixão, aprendendo a perdoar a si mesmo e aos outros e a viver em harmonia com o mundo ao redor.

Embora as aplicações possíveis do Ho'oponopono sejam amplas e variadas, é importante lembrar que a prática é uma jornada pessoal e que os resultados podem variar de pessoa para pessoa.

Quando entra o japamala, na prática do Ho'oponopono?

O japamala é um cordão de contas usado em diversas práticas espirituais e meditativas, incluindo algumas formas de Ho'oponopono. O japamala é utilizado para ajudar na concentração e na repetição de mantras, afirmações ou orações.

Na prática do Ho'oponopono, o japamala pode ser usado como um auxílio para a repetição das quatro frases-chave da prática: “Sinto muito”, “Me perdoe”, “Eu te amo” e “Obrigado”, guiando o praticante através das quatro etapas sentimentais: arrependimento, perdão, amor e gratidão. Essas frases são repetidas em um ciclo, enquanto as contas do japamala são tocadas uma a uma. A repetição das frases e a contagem das contas do japamala podem ajudar a focar a mente e a se concentrar na prática.

No entanto, é importante lembrar que o uso do japamala é opcional e, que cada pessoa pode adaptar a prática do Ho'oponopono de acordo com suas preferências e necessidades individuais. A prática pode ser feita em silêncio, em voz alta ou usando ferramentas adicionais, como o japamala, para ajudar na repetição das frases-chave.

Japamala - conceitos, significado, usabilidade e prática

O japamala é um cordão de contas utilizado em diversas práticas espirituais e meditativas, como o budismo, o hinduísmo e o Ho'oponopono. É composto por 108 contas, simbolizando os 108 desejos humanos, ou por um número divisível por 9, que representa os 9 planetas do sistema solar.

A prática do japamala é baseada na repetição de mantras, afirmações ou orações, enquanto as contas do cordão são tocadas uma a uma. A ideia é que, ao repetir uma afirmação ou mantra, várias vezes, a mente se acalma e se concentra no presente, permitindo que o praticante entre em um estado de meditação profunda e conexão espiritual.

Na prática do japamala, as contas do cordão são tocadas uma a uma, enquanto se repete uma afirmação ou mantra. Quando a última conta é alcançada, o praticante pode voltar a tocar a primeira conta e continuar a repetição. Algumas tradições ensinam que a conta maior ou guru bead deve ser evitada durante a contagem, pois ela representa a conexão com o mestre espiritual.

A escolha do mantra ou afirmação a ser repetida durante a prática do japamala, pode variar de acordo com a tradição espiritual ou a preferência pessoal do praticante. Algumas pessoas escolhem um mantra específico, que lhes foi dado por um mestre espiritual ou professor, enquanto outras escolhem um mantra que ressoa com suas próprias crenças e necessidades individuais.

 

Na prática do Ho'oponopono, o japamala pode ser utilizado como uma ferramenta para auxiliar na repetição das quatro frases-chave da prática: “Sinto muito”, “Me perdoe”, “Eu te amo” e “Obrigado”. As contas do cordão são tocadas uma a uma enquanto se repete cada uma das frases em um ciclo. O japamala pode ajudar a focar a mente e a se concentrar na prática, permitindo que o praticante alcance um estado de paz interior e cura emocional.

Como usar o japamala de forma correta?

Para usar o japamala de forma correta, siga estes passos:

  • encontre um local tranquilo e silencioso para praticar. Você pode sentar-se em uma posição confortável, na postura de lótus, com as pernas cruzadas ou em uma cadeira com os pés apoiados no chão;
  • segure o japamala com a mão direita, usando o polegar e o dedo médio para tocar as contas. O indicador e o dedo anelar devem ficar estendidos, sem tocar o cordão;
  • comece a repetir o mantra, afirmação ou oração escolhidos, enquanto toca cada uma das contas do japamala com o polegar e o dedo médio. Comece pela primeira conta após a guru bead, se estiver usando uma, ou pela primeira conta do cordão;
  • quando chegar ao final do cordão, volte a tocar a primeira conta e continue a repetição. ao passar pela guru bead, é possível encerrar a prática ou continuar a repetição em sentido inverso;
  • mantenha a mente concentrada na repetição do mantra ou afirmação, evitando distrações ou pensamentos que possam surgir. Caso sua mente se desvie do mantra ou afirmação, gentilmente retorne a sua atenção para a prática;
  • ao final da prática, dedique seus esforços e as energias geradas a um propósito específico, como a cura pessoal, a paz mundial ou o bem-estar de todos os seres vivos.

É importante lembrar que a prática do japamala é individual e que cada pessoa pode adaptar a técnica de acordo com suas próprias necessidades e preferências. A chave é a regularidade e a disciplina na prática, para que os benefícios espirituais e emocionais sejam alcançados.

Como energizar o japamala

Energizar o japamala é uma prática comum em diversas tradições espirituais, pois acredita-se que isso pode aumentar a eficácia da prática de meditação e fortalecer a conexão espiritual com o Universo. Algumas sugestões para energizar o japamala são:

  • limpar o japamala – antes de energizar o japamala, é importante limpá-lo de energias negativas acumuladas. Isso pode ser feito passando o cordão sob água corrente ou colocando-o em um recipiente com sal grosso, durante algumas horas;
  • colocar em um local sagrado – coloque o japamala em um local sagrado, como um altar ou espaço de meditação, por algumas horas ou durante a noite. Isso pode ajudar a conectar o cordão com energias espirituais positivas;
  • utilizar incensos ou óleos essenciais – queimar incensos ou utilizar óleos essenciais, como lavanda, sândalo ou rosa, pode ajudar a purificar e energizar o japamala;
  • visualizar luz branca – visualize uma luz branca brilhante, envolvendo o japamala, purificando-o de energias negativas e energizando-o com vibrações positivas;
  • repetir mantras ou afirmações – repita mantras ou afirmações positivas enquanto segura o japamala, concentrando-se em energizá-lo com essas vibrações positivas.

É importante lembrar que a energia que é colocada no japamala vem da intenção do praticante, portanto, acreditar na eficácia da prática, é fundamental para alcançar resultados positivos.

Quais tipos de mantra deve-se ouvir durante o uso do japamala?

O tipo de mantra que deve ser utilizado durante a prática do japamala pode variar de acordo com a tradição espiritual ou preferência pessoal do praticante. Alguns exemplos de mantras que podem ser usados incluem:

  • mantras tradicionais – mantras como “om”, “aum” ou “namaste” são comuns em diversas tradições espirituais e podem ser repetidos durante a prática do japamala;
  • mantras de cura – mantras como “om shanti” ou “om mani padme hum” são frequentemente usados para promover a cura física, emocional e espiritual;
  • mantras de prosperidade – mantras como “om shrim maha lakshmiyei swaha” são utilizados para atrair abundância e prosperidade;
  • mantras de proteção – mantras como “om dum durgayei namaha” ou “om gam ganapataye namaha” são usados para invocar a proteção e afastar energias negativas;
  • afirmações positivas – além dos mantras tradicionais, afirmações positivas como “eu sou grato” ou “eu sou amor” também podem ser utilizadas para elevar a vibração e promover a positividade.

O importante é escolher um mantra que ressoe com você e sua intenção para a prática do japamala. Você pode experimentar diferentes mantras e afirmações até encontrar aquele que melhor se adequa à sua prática.

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É uma imensidão de informação e nós só trouxemos, aqui, um tantinho delas.

Muitas pessoas mantém canais no nas redes sociais, tratando dos benefícios, que a prática do Ho'oponopono pode proporcionar, bem como, sobre o uso do japamala. Vale muito à pena pesquisar e se conectar com este mundo! 

Por quanto tempo usa o japamala?

Não há um tempo específico para usar o japamala, pois isso pode variar de acordo com a preferência e necessidade individual do praticante. No entanto, geralmente, a prática do japamala é realizada por cerca de 10 a 30 minutos, ou até que o praticante sinta que alcançou seu objetivo ou que precisa encerrar a prática.

É importante lembrar que a prática do japamala não deve ser forçada e que o praticante deve respeitar seus próprios limites e necessidades. Algumas pessoas podem preferir praticar o japamala por um período mais curto, enquanto outras podem se sentir confortáveis em praticar por mais tempo.

Além disso, o japamala pode ser usado diariamente como parte de uma prática espiritual ou de meditação ou em momentos específicos de necessidade, como para aliviar o estresse ou a ansiedade. O importante é que o praticante encontre uma rotina que funcione para ele e que permita que ele, experimente os benefícios da prática do japamala.

Mais de uma pessoa pode usar o mesmo japamala?

Embora o japamala seja uma ferramenta pessoal de meditação, pode ser compartilhado entre pessoas em algumas situações. Por exemplo, em algumas tradições espirituais, um líder espiritual pode usar o mesmo japamala para conduzir uma meditação em grupo.

No entanto, se várias pessoas estiverem usando o mesmo japamala para meditação individual, é importante que o cordão seja higienizado e limpo regularmente para evitar a transferência de energias e bactérias entre os usuários.

Cada pessoa também pode ter o seu próprio nó marcador (ou “guru bead“) para manter o controle de sua própria prática, mas compartilhando o restante do cordão.

No entanto, para a maioria das pessoas, a prática do japamala é individual e pessoal, e cada praticante deve ter seu próprio cordão. Isso permite que o praticante crie uma conexão pessoal com o cordão e as energias que ele emite, além de permitir que o praticante personalize o cordão com suas próprias intenções e práticas espirituais.

E a pulseira japamala, como se pode usar?

A pulseira japamala é uma variação do tradicional japamala de cordão e pode ser usada da mesma forma para a prática de meditação e espiritualidade. Ela é geralmente feita com contas de pedra ou madeira e tem um nó marcador para indicar o início e o fim do ciclo de repetição do mantra.

Para usar a pulseira japamala, basta colocá-la no pulso e segurar a primeira conta, começando a repetir o mantra escolhido. A cada repetição do mantra, passe a próxima conta pelos dedos até completar o ciclo e chegar ao nó marcador.

Ao contrário do japamala de cordão, a pulseira japamala é uma opção mais discreta e pode ser usada diariamente como uma forma de lembrar o praticante de suas intenções e práticas espirituais.

Além disso, a pulseira japamala também pode ser usada como uma joia com significado espiritual, para atrair energia positiva e proteção ou para simbolizar uma intenção pessoal do praticante.

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E quantas contas tem a pulseira japamala?

A pulseira japamala pode ter um número variado de contas, mas geralmente é composta por 27 ou 108 contas, que são números significativos nas tradições espirituais orientais.

O número 108 é considerado sagrado em muitas culturas e tem um significado profundo em várias tradições místicas e espirituais ao redor do mundo, incluindo o hinduísmo e o budismo e representa a totalidade do universo. Algumas pessoas acreditam que a repetição de um mantra 108 vezes pode trazer benefícios espirituais e transformação pessoal.

Eis alguns significados associados ao número 108:

  • na numerologia – o número 108 é considerado uma combinação dos números 1, 0 e 8. O número 1 representa a unidade, o 0, o vazio ou a completude e o 8, a eternidade ou o infinito;
  • no budismo – o número 108 é considerado um número sagrado e é comumente associado ao número de ensinamentos do Buda. Também é associado ao número de ações negativas que uma pessoa deve superar para alcançar a iluminação;
  • no hinduísmo – na tradição hindu, o número 108 é considerado um número auspicioso e sagrado. Existem 108 locais sagrados (kshetras) na Índia e também há 108 upanishads, textos sagrados que formam a base da filosofia hindu.
  • na yoga – o número 108 é frequentemente associado ao número de posições (asanas) e com o número de repetições de mantras durante a prática do japamala.
  • na astrologia – o número 108 é frequentemente associado ao zodíaco e com a distância entre a Terra e o Sol. Também é considerado um número de sorte, em várias culturas.

Como é dividido o japamala?

O japamala é dividido em várias seções que ajudam o praticante a manter o controle do número de repetições do mantra.

O japamala tradicional é composto por 108 contas, além de um nó marcador maior, chamado de “guru bead“. A ideia é que cada uma das 108 contas seja percorrida uma vez enquanto o praticante recita o mantra escolhido. Quando o praticante chega ao guru bead, é hora de virar o japamala e começar o ciclo novamente, recitando o mantra mais 108 vezes na direção oposta. O guru bead também marca o início e o fim do japamala.

Existem outras formas de dividir o japamala, dependendo do número de contas. Por exemplo, o japamala de 27 contas pode ser dividido em 4 seções de 7 contas, com um guru bead maior, para marcar o início e o fim. O praticante recita o mantra 7 vezes em cada seção antes de passar para a próxima.

Outra forma comum de dividir o japamala é em ciclos de 3. Cada ciclo de 3 contas é recitado como uma unidade, e o praticante recita o mantra 36 vezes ao longo do japamala.

Independentemente da forma como o japamala é dividido, o objetivo é que o praticante possa manter o foco e a concentração na recitação do mantra, usando as contas para ajudar a controlar o número de repetições.

Quais os nomes das partes do japamala?

O japamala é composto por várias partes, cada uma com um nome e significado específico.

Aqui estão alguns dos nomes das partes do japamala:

guru bead – é a conta maior que fica no centro do japamala e marca o início e o fim da prática. Representa o guru, o mestre espiritual, que guia o praticante em sua jornada;

sumeru – é a conta imediatamente antes do guru bead. Também conhecida como Meru Bead, e marca retorno durante a recitação do o ponto de mantra;

mala – é o cordão que conecta todas as contas do japamala. É feito de vários materiais, como cordão, fio, seda ou algodão;

beads – são as contas que formam o corpo do japamala. Podem ser feitas de diferentes materiais, como madeira, pedra, sementes ou contas de vidro. As contas geralmente são divididas em grupos menores para facilitar a contagem durante a recitação do mantra;

tassel – é um enfeite que é amarrado na extremidade do japamala, uma espécie de franja. Representa a conexão com o divino e a busca pela iluminação espiritual;

knots – são nós que separam as contas do japamala. São usados ​​para marcar seções específicas do japamala e ajudar a manter o controle do número de repetições do mantra.

Cada uma dessas partes do japamala tem um significado simbólico e pode ser usada como uma ferramenta para aprofundar a prática de meditação e espiritualidade.

  • Em resumo, o número 108 é considerado um número sagrado e auspicioso em várias tradições místicas e espirituais ao redor do mundo e é frequentemente associado à busca pela iluminação espiritual e a realização do divino.

    Já o número 27 é considerado um múltiplo de 108 e também é significativo nas tradições espirituais. A prática de repetir um mantra 27 vezes é chamada de “um mala” e é uma opção para quem não tem tempo ou disposição para completar um ciclo completo de 108 repetições.

    No entanto, o número de contas na pulseira japamala pode variar de acordo com a preferência e necessidade individual do praticante. O importante é que o número de contas seja divisível por 3, pois a prática de repetir um mantra em ciclos de 3 é considerada benéfica para a mente e o corpo.

Glossário dos Mantras

Som sagrado e símbolo importante em muitas religiões e tradições espirituais do subcontinente indiano, incluindo o hinduísmo, o budismo e o jainismo. É considerado o som primordial do universo e representa a essência de todas as coisas.

Na filosofia hindu, o “Om” é considerado como a representação sonora do Brahman, a realidade suprema e divina que permeia todo o universo. É considerado como um símbolo de paz, harmonia e unidade.

“Om” é composto por três sons: “A”, “U” e “M”. O som “A” é o som inicial e representa a criação. O som “U” representa a preservação e o som “M” representa a transformação ou destruição. Juntos, eles representam a totalidade do universo e a interconexão de todos os seres.

O “Om” é frequentemente usado em práticas de meditação e yoga como um mantra para ajudar a concentrar a mente e alcançar estados mais profundos de consciência. Também é comum em cerimônias religiosas e é considerado um som sagrado que pode trazer bênçãos e paz interior.

O OM é uma sílaba sagrada de origem sânscrita, que representa o som e a vibração que deu origem à Criação. Por isso, simboliza a Essência Primordial da Vida. O som desse mantra é formado pelo ditongo das vogais A e U e a nasalização do M no final. Por isso, o OM também aparece grafado como AUM.

“Aum” é considerado uma variação da palavra “Om” usada na tradição védica, que é um dos textos sagrados do hinduísmo. É frequentemente usado como uma saudação ou invocação e é considerado como um som sagrado que representa a unidade do universo e a interconexão de todas as coisas.

Saudação originária do hinduísmo e do yoga, amplamente usada na Índia e em outros países do sul da Ásia. A palavra “Namaste” é derivada do sânscrito e é composta por duas palavras: “Namah” (que significa “eu me curvo” ou “eu reverencio”) e “te” (que significa “a você”). Portanto, “Namaste” é geralmente traduzido como “Eu me curvo a você” ou “Eu reverencio você”.

Trata-se de uma saudação respeitosa e cordial, frequentemente usada para cumprimentar alguém, expressar gratidão ou respeito ou como uma despedida. Na cultura do yoga, “Namaste” é muitas vezes dito no final de uma aula como uma forma de agradecer ao professor e honrar a prática. A palavra “Namaste” pode ser acompanhada de um gesto com as mãos, chamado mudra, onde as palmas das mãos são pressionadas juntas na frente do peito, com os dedos apontados para cima. Esse gesto é conhecido como “anjali mudra” e para fazê-lo, junte as palmas das mãos na frente do peito, com os dedos retos e apontados para cima. Os polegares devem tocar o esterno ou o centro do peito. Algumas pessoas inclinam levemente a cabeça para a frente enquanto fazem o gesto.

É um gesto simples, mas carregado de significado. Ele representa a união e a conexão entre duas pessoas, e é uma forma de mostrar respeito e honra a alguém. É frequentemente usado na Índia em situações formais, como em cerimônias religiosas e também em práticas de yoga e meditação como uma forma de trazer foco e concentração à mente.

Frase comumente usada na cultura hindu e no yoga. “Om” é considerado um som sagrado e representa a essência do Universo, enquanto “Shanti” significa paz, tranquilidade ou ausência de conflito.

Juntos, “Om Shanti” é uma saudação que significa “paz seja contigo” ou “que você encontre paz”. É frequentemente usado como uma despedida em práticas de yoga e meditação e também pode ser usado como uma bênção ou desejo de paz em outras situações.

Om Shanti” é um lembrete de que a paz começa dentro de nós mesmos e que podemos encontrar paz e harmonia em nossas vidas por meio da prática de meditação e da busca por equilíbrio interior.

Mantra em sânscrito dedicado à deusa hindu Lakshmi, que é considerada a deusa da riqueza, prosperidade e abundância.

“Om” é um som sagrado que representa a essência do universo. “Shrim” é um som que representa a energia divina feminina, que é associada à prosperidade e abundância. “Maha” significa grande, e “Lakshmiyei” é uma referência a Lakshmi, a deusa da riqueza e prosperidade. “Swaha” é uma palavra usada como um finalizador de mantra, indicando a oferta ou entrega do mantra.

Juntos, “Om Shrim Maha Lakshmiyei Swaha” é um mantra que pode ser usado como uma invocação à deusa Lakshmi para abençoar e trazer prosperidade, riqueza e abundância para a vida da pessoa que o recita. É frequentemente usado em práticas de meditação e em cerimônias de puja (rituais de adoração) dedicados a Lakshmi.

Mantra em sânscrito dedicado à deusa hindu Durga, que é considerada a mãe divina e protetora contra o mal e a negatividade.

“Om” é um som sagrado que representa a essência do universo. “Dum” é o som que representa o chakra raiz, que está localizado na base da coluna vertebral e é associado à estabilidade e segurança. “Durgayei” é uma referência a Durga, a deusa que é considerada a protetora contra o mal e a negatividade. “Namaha” é uma palavra usada para indicar reverência e respeito.

Juntos, “Om Dum Durgayei Namaha” é um mantra que pode ser usado como uma invocação à deusa Durga para proteção e segurança contra as forças negativas, tanto internas como externas. É frequentemente usado em práticas de meditação e em cerimônias de puja (rituais de adoração) dedicados a Durga. O mantra também é considerado útil para superar o medo e aumentar a coragem.

Mantra em sânscrito dedicado ao deus hindu Ganesha, que é considerado o removedor de obstáculos e o senhor dos começos auspiciosos.

“Om” é um som sagrado que representa a essência do universo. “Gam” é o som que representa o chakra da garganta, que está relacionado à criatividade e expressão. “Ganapataye” é uma referência a Ganesha, o deus que é invocado para remover obstáculos e proporcionar um início auspicioso. “Namaha” é uma palavra usada para indicar reverência e respeito.

Juntos, “Om Gam Ganapataye Namaha” é um mantra que pode ser usado como uma invocação a Ganesha para remover obstáculos e abrir caminhos para o sucesso e realizações. É frequentemente usado em práticas de meditação e em cerimônias de puja (rituais de adoração) dedicados a Ganesha. O mantra também é considerado útil para aumentar a concentração, a clareza mental e a criatividade.

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